REFRÃO
ciro de cera que no quente verão pingaS em gordas gotas que fazES
vitórias de todas as derrotas e Te espraiaS em poças de suor do melhor
em todas as pescadas em postas que arrotas...ciro de cera barata ...era
pleonasmo? ou orgasmo em pingos de cera quente ?
CIfrão....ciro de cera que no quente verão pingas em gordas gotas que faz vitórias
de todas as derrotas e se espraia em poças de suor do melhor em todas
as pescadas em postas que arrotas
um pseudo-literário blog vai ver se estou na esquina e Camões foi... e eu estava
luni, 22 iunie 2015
CUSPO A MORTE VIVA EM SANGUÍNEAS GOLFADAS CUSPO ESPERANÇAS DESPREZADAS CUSPO BENFICA EM NEGRAS DÍVIDAS NÃO SALDADAS QUE NEM NA CRUZ JESUS VIU TÃO BEM PREGADAS ESSAS NEGRAS SOLDADAS EM SOLDOS DE FERRO FRIO CUSPINDO VERMELHÃO PARA O VAZIO ...EM LÁGRIMAS DE VIDAS POUCO VIVAS...PINTO OS AMANHÃS QUE NÃO SE CALAM EM CANTOS GREGOS MUITO NEGROS SEM ENCANTOS QUE SE ANCORAM NO PASSADO.... CUSPO O NEGRO SANGUE EM NEGRAS GOTAS NUM PRESENTE MAL ASSENTE...... QUE NEM ESPÍRITO SANTO ASSEGURA EM CADA PRANTO ESSE CÉU DE QUEBRANTO QUE ACALANTO EM CADA AGRURA .....COM NEGRA VIRGEM MUITO PURA EM CADA NEGRA NUVEM COM SOMBRA INDA MAIS ESCURA....É PRESTEZA DA FÉ OU POBREZA DE RALÉ ARRIBAR EM NEGRA BARCA BEM SEGURA ? NAS CRUEZAS DO PASSADO CERRO OS DENTES DISSIDENTES NA MEXIÂNICA PALAVRA QUE DÁ LUZ E ATÉ OS NEGROS MORTOS SEDUZ ...EM AMENA CAVAQUEIRA DEPRESSIVA PICA-SE A CALVA DE DEUS EM CARNE VIVA ...TU QUE A PALAVRA EM NEGROS VERSOS NOS TROUXESTE NA NEGRA SOMBRA QUE TE VESTE E INVESTE NA NEGRA COMENDADORIA DESSE CÉU QUE TE EMPREGA NESSE NEGRO VÉU DE MISTÉRIOS E MINISTÉRIOS QUE NOS SUSSURRA EM CADA PREGA ...
duminică, 17 mai 2015
MOSTRAI, SENHOR MEU AMO EM QUE DESERTO....BROTA GRÁFICO EM DIAGRAMA PORNOGRÁFICO ...SENHOR QUE NA GRAMA DE COCA FAZEIS TRÁFICO ...DE LONGE NOS TRAGAS O GRÁFICO DESPERTO.......MOSTRAI-NOS ESSE GRÁFICO EM EPITÁFIO ....E AO LONGUÍNQUO TRÁFICO FAZEI-O PERTO
E IRMANADOS NOS MUNDOS GRÁFICOS
E PORNOGRÁFICOS DA SOMBRA ROMBA
PARTILHARAM ESSES MESMOS MUNDOS
IMUNDOS,
COMERAM A MESMA PAPA NOJENTA
A QUE CHAMAVAM MANÁ
E RESPIRAVAM A MESMA NÉVOA
ESSA SOPA VISCOSA A QUE CHAMAVAM
AR....
E NO SOPRO MORIBUNDO DO REGIME
QUE UNS DIZIAM SER SULFÍDRICO
E OUTROS APODAVAM DE CLORIDRÍCO
O POVO DIAGRAMÁTICO DRAMÁTICO
CONSUMIU OS VAZIOS
NAVEGOU NOS VAZIOS
COMENTOU A VACUIDADE DOS VAZIOS
E ESVAZIOU-SE NAS SOMBRAS VIRTUAIS
QUE ENCHEM TODA A GALÁXIA
FACELOKIANA
E PORNOGRÁFICOS DA SOMBRA ROMBA
PARTILHARAM ESSES MESMOS MUNDOS
IMUNDOS,
COMERAM A MESMA PAPA NOJENTA
A QUE CHAMAVAM MANÁ
E RESPIRAVAM A MESMA NÉVOA
ESSA SOPA VISCOSA A QUE CHAMAVAM
AR....
E NO SOPRO MORIBUNDO DO REGIME
QUE UNS DIZIAM SER SULFÍDRICO
E OUTROS APODAVAM DE CLORIDRÍCO
O POVO DIAGRAMÁTICO DRAMÁTICO
CONSUMIU OS VAZIOS
NAVEGOU NOS VAZIOS
COMENTOU A VACUIDADE DOS VAZIOS
E ESVAZIOU-SE NAS SOMBRAS VIRTUAIS
QUE ENCHEM TODA A GALÁXIA
FACELOKIANA
vineri, 1 mai 2015
A LÍNGUA EMANA DO POVO DE NOVO NO PRIMEIRO DE MAIO EM QUE SER PRIMEIRO NA LÍNGUA É SER SAMPAIO QUE SE APOIA SEM PEIAS NAS POIAS DO CASTELO SEM AMEIAS...POEMA QUE NÃO TREMA NO CUNILINGUS DO RAPe DO ANIMAL FEROZ NO SEXO ORAL DO MAIS BANAL NO BANANAL PAÍS QUE SÓ É FELIZ NO LABIRINTO ANAL QUE PRESSINTO VAI DAR BACANAL COM ABSINTO NUM BELÉM EM QUE ACENTO DÁ ASSUNTO EM FÍSTULA ANAL COM MUITO UNTO E ATÉ ROBALO EMBALO SE SER BESTA NO BES QUE EMPESTA E EMPRESTA AO ROUBÁ-LO NESTE PRESENTE AUSENTE DE PRESUNTO
vineri, 24 aprilie 2015
CANÇÃO NO ABRIL QUE ABRIL ABRIU NO ANO MIL É CERTAMENTE SEGURAMENTE SENIL Ó SENESCAL DAS PRETAS QUE SE AFOGAM EM PETAS NO ABRIL SENIL QUE ANDA A TROTE NAS MULETAS QUEM MANDA QUEM MANDA O AZAR O AZAR O AZAR QUEM VIVE QUEM VIVE EVENTUALMENTE SOBREVIVE ...Mangar? na manga como socrates? Min gugu no ar? Se o poema com trema ou sem trema na unção extrema estiver a rir por ser teu ó judeu sandeu – será um espalhafato de facto mesmo que não tragas fato é um troço bem traçado nesse trato de poema de luta que luta em contacto sem contrato censuras as canduras da vergonha com ronha da nuvem essa névoa eriçada essa jangada gasosa dos anjos que choram sabe-se lá por que celestiais dessarranjos e na fronha com ronha tu fada estufada na vergonha mal fodida que é a vida enalteces a almofada que morde as orelhas,...e no rebanho terno de ovelhas decepcionas os dedos que tricotam decepcionas o cio digital que no clitóris picotam Se o poema estiver a rir tu choras vai-te a ele sem demoras Apaziguasse isso uma criança a escrevinhar...apagasse isso um bombeirão de torso desnudo a cavalgar se calhar ... e parar de mangar mangar mangar ao amparar o minguar a minguar o minguar que se faz grande quando encurta a vida devagar ou como dizia Ming o cruel é hora de jantar ... Quando ri, quando ri e ri e ri e ri e ri...para ti ou para a titi ri de ti para ti ou para ti de ti ? quando ri num riso carnívoro mostra os dentes dementes? cai na monotonia do riso herbívoro cacarejante do quarto minguante? – Estão a alinhavar-te os olhos? tens treçolhos? usas antolhos é todo um mar orbicular a minguar nas marés solares serão azares? (se faz favor perguntava a dor menor às palavras surdas em si bemol sustenido e nas palavras mudas o som elementar ficou perdido )
é
normal a formiga é um animal fenomenal e transitário há ir e vir há
seguir e perseguir há avançar e retornar ao lar ou se calhar formigueiro
o que quer que haja no começo do carreiro....cantiga de abril em tom
senil
Mariana Chagas Faria com Curta Adaga em Braga
vinha em sentido contrário"
Zé cá de Abril que esticou o pernil
luni, 6 aprilie 2015
Sai cos'è bello, qui? Guarda: noi camminiamo, lasciamo tutte quelle orme sulla sabbia, e loro restano lì, precise, ordinate. Ma domani, ti alzerai, guarderai questa grande spiaggia e non ci sarà più nulla, un'orma, un segno qualsiasi, niente. Il mare cancella, di notte. La marea nasconde. È come se non fosse mai passato nessuno. È come se noi non fossimo mai esistiti. Se c'è un luogo, al mondo, in cui puoi pensare di essere nulla, quel luogo è qui. Non è più terra, non è ancora mare. Non è vita falsa, non è vita vera. È tempo. Tempo che passa. E basta. -Oceano Mare. Ci sono momenti nella vita in cui perdi qualcuno. Ci sono momenti nella vita in cui perdi qualcosa. Ci sono momenti in cui il presente fa male e guardare avanti o indietro non fa differenza... vedi solo una macchia scura, un temporale d'inverno, una partita a mosca cieca. Ci sono momenti in cui vinci, certo, in cui pareggi, perdi, lasci o raddoppi. Ci sono momenti in cui, sinceramente, non te ne frega più nulla di vivere. Ci sono momenti nella vita, infine, in cui perdi te stesso ed altri in cui perdi davvero tutto. Io, nella mia vita, ho perso molto e molto ho ritrovato. Qualcosa lo rimpiango, qualcosa no, qualcosa non ricordo nemmeno di averlo avuto. Ho perso l'impulso a lottare e a battermi per quello in cui credo. Ho perso la voglia di far tardi, di imparare a ballare, di diventare qualcuno. Ho perso l'occasione di stare in silenzio e quella di parlare al momento giusto. Ho perso la possibilità di chiedere scusa e quella di accettarle da chi me le offriva. Ho perso di vista persone importanti, ricordi a cui tenevo, episodi e risvolti della mia vita, sepolti nella memoria. Ho perso davvero molto nella mia vita. Ma c'è una cosa che ritrovo sempre, in una tasca , un sorriso casuale, in una piega del cuore che non sapevo di avere, nello stringere a me la persona che amo, negli occhi di un bambino, nell'abbraccio di un amico. C'è qualcosa che proprio non riesco a perdere... e questa cosa si chiama... Speranza. Per me. Per voi. Per noi tutti, io... continuo a sperare. -Fabio Alisei.
.
Voglio giocare con le parole,
Words;
Voglio giocare con le parole,
voglio legarle ed intrecciarle tra di loro.
Voglio donar loro un significato dal dolce
sapore del tuo ricordo,
del mio ricordo,
del ricordo di un noi ormai disperso.
Voglio donare alle parole una melodia
che sa di me e del mio animo.
Che sa di me e del mio amore.
-Freckles;
luni, 12 ianuarie 2015
OBVIAMENTE ADMITO-O A DITADURA OU UM ESTADO AUTOCRÁTICO SÃO O COROLÁRIO DE TODAS AS REVOLUÇÕES A FORÇA EXCESSIVA É INERENTE AO PROCESSO REVOLUCIONÁRIO SEJA ELE QUAL FOR POIS SEJAM QUAIS FOREM OS OBJECTIVOS OU AS IDEOLOGIAS DOS REVOLUCIONÁRIOS A REVOLUÇÃO DESTRÓI O TECIDO SOCIAL TORNA NULAS AS LEIS E COSTUMES DA SOCIEDADE QUE DESTRÓI E SÓ A FORÇA EVITA A ANARQUIA TODA A REVOLUÇÃO É DESTRUTIVA NÃO FORAM OS LÍBIOS OS SÍRIOS OU OS SOVIÉTICOS QUE DESTRUIRAM A AGRICULTURA E A INDÚSTRIA DOS SEUS PAÍSES FOI A REVOLUÇÃO QUE O FEZ
SE NÃO FOSSEM OS KUPOS OS KRIPOS
OU OUTRO GOLPE REVOLUCIONÁRIO
A EXTERMINAR A ESTRUTURA ECONÓMICA E A IMPOR A DITADURA
SERIAM OS ANARCAS A USAR A FORÇA
PARA MANTER O PODER
OU OUTRO GOLPE REVOLUCIONÁRIO
A EXTERMINAR A ESTRUTURA ECONÓMICA E A IMPOR A DITADURA
SERIAM OS ANARCAS A USAR A FORÇA
PARA MANTER O PODER
vineri, 4 iulie 2014
As cathedras de Coimbra regorgitam destes bonzos terríficos, de lunetas, provinciaes, praxistas, celebres uma geração, e na geração seguinte arremessados, como espantalhos inúteis da sciencia, e entraves ao livre ascenso das intelligencias juvenis. Para serem respeitados então, valem-se da força, e d'ahi a opposição tenaz da Universidade contra toda e qualquer espécie de reformas, sem se lembrarem de que abaixo delles o povo inquieto dos escolares (como seja lei orgânica do mundo, os seres inúteis atrophiarem-se e morrerem) vae minando d'escarneo a disciplina scientifica, renegando as canceiras nobres do trabalho, e procurando emfim annulal-os por mil subterfúgios e partidas, de que a consequência ultima é uma dissolução profunda em quasi todos os ramos do ensino. O que a ironia desses estudantes accumula, para* deformar pelo cómico as carrancas dos magisters, passando de geração em geração o pecúlio de caricaturas dissolventes, e enrique- cendo-o e continuando-o, todos os dias, de kodaks novos, daria para extraordinários volu- mes humorísticos, constituindo ella só um monumento litterario de reacção, inegualavel na historia das revoluções exangues do presente século.-Precisamos dum idolo por semana, e ainda vem longe a semana do idolo novo, já nos pomos a escavacar no idolo velho. Isto pelo que respeita aos crentes : quanto aos Ídolos,, uma vez sentados no throno, cessam de fazer prodigios, aposentam-se no ripanso do culto, e de enviados lúcidos da Ideia, eil-os tornados broncos manipansos. Assim, por exemplo,, quantos grandes homens conheci eu, verdadei- ramente possessos do turbilhão do génio, e que o primeiro triumpho imbecilisou na admi- ração dos louros ofFertados ? No professorado, na politica, na arte, é quasi regra geral esta embasbacação d'illustres nas perfeições do próprio umbigo. -
Em 69 foi em récita de quintanistas, a celebre
farça, Fabia, borracheira medonha e desbocada,
de Francisco Palha, que vivia em Lisboa, já
velho, e passara por Coimbra bons trinta annos alem.
Para lhe dar cunho local, intercalaram-na
de biscas decentes, coplas satyricas e allusões
a typos e coisas cómicas da cidade; e havia
quatro ou cinco annos que a pobre alegre peça
era o nariz de cera dos espectáculos annuaes
da universidade, o que prova, ou preguiça, ou
inapetência dos compositores escolares d'aquelle
então.
Presentemente, muitos dos rigores claustraes
da Universidade cahiram em desuso, e bem que
o ódio surdo entre a rapaziada e o corpo
docente, subsista, comtudo uma espécie de
bonhomia desdenhosa mantém entre elles como
que um certo modus vivendi, a entreter de uns
para outros, taes ou quaes apparencias de respeito.
Os rudes e audaciosos ataques dos
grupos de Anthero do Quental e Eduardo de
Abreu, contra o foro privado, escolhidos para
épocas de festa publica — os da gente d' Anthero,
quando foi da desfeita dos estudantes ao
reitor Basilio Alberto ~
(*) Indo este a ler, na sala dos capellos, uma solemne
arenga, levantaram-se os estudantes
e sahiram em massa, voltando-lhe as costas,
o que motivou a destituição do
ferocissimo funccionario.
farça, Fabia, borracheira medonha e desbocada,
de Francisco Palha, que vivia em Lisboa, já
velho, e passara por Coimbra bons trinta annos alem.
Para lhe dar cunho local, intercalaram-na
de biscas decentes, coplas satyricas e allusões
a typos e coisas cómicas da cidade; e havia
quatro ou cinco annos que a pobre alegre peça
era o nariz de cera dos espectáculos annuaes
da universidade, o que prova, ou preguiça, ou
inapetência dos compositores escolares d'aquelle
então.
Presentemente, muitos dos rigores claustraes
da Universidade cahiram em desuso, e bem que
o ódio surdo entre a rapaziada e o corpo
docente, subsista, comtudo uma espécie de
bonhomia desdenhosa mantém entre elles como
que um certo modus vivendi, a entreter de uns
para outros, taes ou quaes apparencias de respeito.
Os rudes e audaciosos ataques dos
grupos de Anthero do Quental e Eduardo de
Abreu, contra o foro privado, escolhidos para
épocas de festa publica — os da gente d' Anthero,
quando foi da desfeita dos estudantes ao
reitor Basilio Alberto ~
(*) Indo este a ler, na sala dos capellos, uma solemne
arenga, levantaram-se os estudantes
e sahiram em massa, voltando-lhe as costas,
o que motivou a destituição do
ferocissimo funccionario.
Por essa occasião foi publicado
o manifesto d'Anthero, em nome da academia, contra o
foro privado, o qual produziu grande impressão.
em 1862; os de
Eduardo de Abreu, a quando a inauguração do
monumento a Camões, á Porta-Ferrea, em
1880, diante de toda a Coimbra universitária e
burocrática — machadaram muito esta perda
de prestigio do regulamento pombalino, que
punha a orgulhosa e livre mocidade portugueza
sob o jugo medievo dum conselho de taquenhos
pedagogos. Todos os vicios inherentes a um
tal systema de servidão, subsistem ainda porem,
fundamentaes, porque a universidade, reducto
politico, ainda não tolerou ser reformada, e os
processos d'ensino, na maioria das faculdades,
insistem em desenvolver a memoria em detri-
mento das restantes seivas cerebraes — donde
a instituição da- chacota, para reagir á sujeição.
e a da cabula, para evitar a surménage e a
idiotia.
A chacota é velha em Coimbra, veio
com a fundação dos primeiros collegios, e foi
a represália natural, desde que, avistados o
primeiro explicando com o primeiro pedagogo,
ou o explicando estudou pouco, ou o pedagogo
explicou mal.
O respeito na vida intellectual,
requer primeiro que tudo, o deslumbramento,
e este não dura, porque a primeira coisa que
fazemos cá em Portugal, nós outros que admiramos
o saber e o talento d'outrem, é procurar
descobrir nelle fraco por onde a admiração se
comece a esvair.
O jugo dos semi-deuses
irrita-nos como uma empalmação da nossa
própria soberania.
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