duminică, 17 mai 2015

MOSTRAI, SENHOR MEU AMO EM QUE DESERTO....BROTA GRÁFICO EM DIAGRAMA PORNOGRÁFICO ...SENHOR QUE NA GRAMA DE COCA FAZEIS TRÁFICO ...DE LONGE NOS TRAGAS O GRÁFICO DESPERTO.......MOSTRAI-NOS ESSE GRÁFICO EM EPITÁFIO ....E AO LONGUÍNQUO TRÁFICO FAZEI-O PERTO

E IRMANADOS NOS MUNDOS GRÁFICOS

E PORNOGRÁFICOS DA SOMBRA ROMBA

PARTILHARAM ESSES MESMOS MUNDOS

IMUNDOS,

 COMERAM A MESMA PAPA NOJENTA

A QUE CHAMAVAM MANÁ

E RESPIRAVAM A MESMA NÉVOA

ESSA SOPA VISCOSA A QUE CHAMAVAM

AR....

E NO SOPRO MORIBUNDO DO REGIME

QUE UNS DIZIAM SER SULFÍDRICO

E OUTROS APODAVAM DE CLORIDRÍCO

O POVO DIAGRAMÁTICO DRAMÁTICO

CONSUMIU OS VAZIOS 

NAVEGOU NOS VAZIOS

COMENTOU A VACUIDADE DOS VAZIOS

E ESVAZIOU-SE NAS SOMBRAS VIRTUAIS

QUE ENCHEM TODA A GALÁXIA 

FACELOKIANA

vineri, 24 aprilie 2015

CANÇÃO NO ABRIL QUE ABRIL ABRIU NO ANO MIL É CERTAMENTE SEGURAMENTE SENIL Ó SENESCAL DAS PRETAS QUE SE AFOGAM EM PETAS NO ABRIL SENIL QUE ANDA A TROTE NAS MULETAS QUEM MANDA QUEM MANDA O AZAR O AZAR O AZAR QUEM VIVE QUEM VIVE EVENTUALMENTE SOBREVIVE ...Mangar? na manga como socrates? Min gugu no ar? Se o poema com trema ou sem trema na unção extrema estiver a rir por ser teu ó judeu sandeu – será um espalhafato de facto mesmo que não tragas fato é um troço bem traçado nesse trato de poema de luta que luta em contacto sem contrato censuras as canduras da vergonha com ronha da nuvem essa névoa eriçada essa jangada gasosa dos anjos que choram sabe-se lá por que celestiais dessarranjos e na fronha com ronha tu fada estufada na vergonha mal fodida que é a vida enalteces a almofada que morde as orelhas,...e no rebanho terno de ovelhas decepcionas os dedos que tricotam decepcionas o cio digital que no clitóris picotam Se o poema estiver a rir tu choras vai-te a ele sem demoras Apaziguasse isso uma criança a escrevinhar...apagasse isso um bombeirão de torso desnudo a cavalgar se calhar ... e parar de mangar mangar mangar ao amparar o minguar a minguar o minguar que se faz grande quando encurta a vida devagar ou como dizia Ming o cruel é hora de jantar ... Quando ri, quando ri e ri e ri e ri e ri...para ti ou para a titi ri de ti para ti ou para ti de ti ? quando ri num riso carnívoro mostra os dentes dementes? cai na monotonia do riso herbívoro cacarejante do quarto minguante? – Estão a alinhavar-te os olhos? tens treçolhos? usas antolhos é todo um mar orbicular a minguar nas marés solares serão azares? (se faz favor perguntava a dor menor às palavras surdas em si bemol sustenido e nas palavras mudas o som elementar ficou perdido )

é normal a formiga é um animal fenomenal e transitário há ir e vir há seguir e perseguir há avançar e retornar ao lar ou se calhar formigueiro o que quer que haja no começo do carreiro....cantiga de abril em tom senil
Mariana Chagas Faria com Curta Adaga em Braga
"A formiga no carreiro
vinha em sentido contrário"

Zé cá de Abril que esticou o pernil

luni, 6 aprilie 2015

Sai cos'è bello, qui? Guarda: noi camminiamo, lasciamo tutte quelle orme sulla sabbia, e loro restano lì, precise, ordinate. Ma domani, ti alzerai, guarderai questa grande spiaggia e non ci sarà più nulla, un'orma, un segno qualsiasi, niente. Il mare cancella, di notte. La marea nasconde. È come se non fosse mai passato nessuno. È come se noi non fossimo mai esistiti. Se c'è un luogo, al mondo, in cui puoi pensare di essere nulla, quel luogo è qui. Non è più terra, non è ancora mare. Non è vita falsa, non è vita vera. È tempo. Tempo che passa. E basta. -Oceano Mare. Ci sono momenti nella vita in cui perdi qualcuno. Ci sono momenti nella vita in cui perdi qualcosa. Ci sono momenti in cui il presente fa male e guardare avanti o indietro non fa differenza... vedi solo una macchia scura, un temporale d'inverno, una partita a mosca cieca. Ci sono momenti in cui vinci, certo, in cui pareggi, perdi, lasci o raddoppi. Ci sono momenti in cui, sinceramente, non te ne frega più nulla di vivere. Ci sono momenti nella vita, infine, in cui perdi te stesso ed altri in cui perdi davvero tutto. Io, nella mia vita, ho perso molto e molto ho ritrovato. Qualcosa lo rimpiango, qualcosa no, qualcosa non ricordo nemmeno di averlo avuto. Ho perso l'impulso a lottare e a battermi per quello in cui credo. Ho perso la voglia di far tardi, di imparare a ballare, di diventare qualcuno. Ho perso l'occasione di stare in silenzio e quella di parlare al momento giusto. Ho perso la possibilità di chiedere scusa e quella di accettarle da chi me le offriva. Ho perso di vista persone importanti, ricordi a cui tenevo, episodi e risvolti della mia vita, sepolti nella memoria. Ho perso davvero molto nella mia vita. Ma c'è una cosa che ritrovo sempre, in una tasca , un sorriso casuale, in una piega del cuore che non sapevo di avere, nello stringere a me la persona che amo, negli occhi di un bambino, nell'abbraccio di un amico. C'è qualcosa che proprio non riesco a perdere... e questa cosa si chiama... Speranza. Per me. Per voi. Per noi tutti, io... continuo a sperare. -Fabio Alisei.

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Words;



Voglio giocare con le parole,
  voglio legarle ed intrecciarle tra di loro.
  Voglio donar loro un significato dal dolce
 sapore del tuo ricordo,
  del mio ricordo,
  del ricordo di un noi ormai disperso.
  Voglio donare alle parole una melodia 
che sa di me e del mio animo.
  Che sa di me e del mio amore.

-Freckles;

vineri, 4 iulie 2014

As cathedras de Coimbra regorgitam destes bonzos terríficos, de lunetas, provinciaes, praxistas, celebres uma geração, e na geração seguinte arremessados, como espantalhos inúteis da sciencia, e entraves ao livre ascenso das intelligencias juvenis. Para serem respeitados então, valem-se da força, e d'ahi a opposição tenaz da Universidade contra toda e qualquer espécie de reformas, sem se lembrarem de que abaixo delles o povo inquieto dos escolares (como seja lei orgânica do mundo, os seres inúteis atrophiarem-se e morrerem) vae minando d'escarneo a disciplina scientifica, renegando as canceiras nobres do trabalho, e procurando emfim annulal-os por mil subterfúgios e partidas, de que a consequência ultima é uma dissolução profunda em quasi todos os ramos do ensino. O que a ironia desses estudantes accumula, para* deformar pelo cómico as carrancas dos magisters, passando de geração em geração o pecúlio de caricaturas dissolventes, e enrique- cendo-o e continuando-o, todos os dias, de kodaks novos, daria para extraordinários volu- mes humorísticos, constituindo ella só um monumento litterario de reacção, inegualavel na historia das revoluções exangues do presente século.-Precisamos dum idolo por semana, e ainda vem longe a semana do idolo novo, já nos pomos a escavacar no idolo velho. Isto pelo que respeita aos crentes : quanto aos Ídolos,, uma vez sentados no throno, cessam de fazer prodigios, aposentam-se no ripanso do culto, e de enviados lúcidos da Ideia, eil-os tornados broncos manipansos. Assim, por exemplo,, quantos grandes homens conheci eu, verdadei- ramente possessos do turbilhão do génio, e que o primeiro triumpho imbecilisou na admi- ração dos louros ofFertados ? No professorado, na politica, na arte, é quasi regra geral esta embasbacação d'illustres nas perfeições do próprio umbigo. -

Em 69 foi em récita de quintanistas, a celebre 
farça, Fabia, borracheira medonha e desbocada, 
de Francisco Palha, que vivia em Lisboa, já 
velho, e passara por Coimbra bons trinta annos alem. 

Para lhe dar cunho local, intercalaram-na 
de biscas decentes, coplas satyricas e allusões 
a typos e coisas cómicas da cidade; e havia 
quatro ou cinco annos que a pobre alegre peça 
era o nariz de cera dos espectáculos annuaes 
da universidade, o que prova, ou preguiça, ou 
inapetência dos compositores escolares d'aquelle 
então. 

Presentemente, muitos dos rigores claustraes 
da Universidade cahiram em desuso, e bem que 
o ódio surdo entre a rapaziada e o corpo 
docente, subsista, comtudo uma espécie de 
bonhomia desdenhosa mantém entre elles como 
que um certo modus vivendi, a entreter de uns 
para outros, taes ou quaes apparencias de respeito. 

Os rudes e audaciosos ataques dos 
grupos de Anthero do Quental e Eduardo de 
Abreu, contra o foro privado, escolhidos para 
épocas de festa publica — os da gente d' Anthero, 
quando foi da desfeita dos estudantes ao 
reitor Basilio Alberto ~

(*) Indo este a ler, na sala dos capellos, uma solemne 
arenga, levantaram-se os estudantes
e sahiram em massa, voltando-lhe as costas,
o que motivou a destituição do 
ferocissimo funccionario. 

Por essa occasião foi publicado 
o manifesto d'Anthero, em nome da academia, contra o 
foro privado, o qual produziu grande impressão. 
 
em 1862; os de 
Eduardo de Abreu, a quando a inauguração do 
monumento a Camões, á Porta-Ferrea, em 
1880, diante de toda a Coimbra universitária e 
burocrática — machadaram muito esta perda 
de prestigio do regulamento pombalino, que 
punha a orgulhosa e livre mocidade portugueza 
sob o jugo medievo dum conselho de taquenhos 
pedagogos. Todos os vicios inherentes a um 
tal systema de servidão, subsistem ainda porem, 
fundamentaes, porque a universidade, reducto 
politico, ainda não tolerou ser reformada, e os 
processos d'ensino, na maioria das faculdades, 
insistem em desenvolver a memoria em detri- 
mento das restantes seivas cerebraes — donde 
a instituição da- chacota, para reagir á sujeição. 
e a da cabula, para evitar a surménage e a 
idiotia. 
A chacota é velha em Coimbra, veio 
com a fundação dos primeiros collegios, e foi 
a represália natural, desde que, avistados o 
primeiro explicando com o primeiro pedagogo, 
ou o explicando estudou pouco, ou o pedagogo 
explicou mal. 
O respeito na vida intellectual, 
requer primeiro que tudo, o deslumbramento, 
e este não dura, porque a primeira coisa que 
fazemos cá em Portugal, nós outros que admiramos 
o saber e o talento d'outrem, é procurar 
descobrir nelle fraco por onde a admiração se 
comece a esvair. 
O jugo dos semi-deuses 
irrita-nos como uma empalmação da nossa 
própria soberania. 

joi, 1 mai 2014

NESTE PAÍS FALTA POESIA AO VIEGAS NÃO FALTAM MERCEDES NEM BMW'S NEM TRÊS REFEIÇÕES AO DIA NEM FALTA AZIA FALTA POESIA

FALTA POESIA NO VIEGAS

NÃO SEJAM ASSI PIEGAS

NO VIEGAS NÃO HÁ POESIA

EM PAÍS DE RAIZ SENIS

NO VIEGAS NÃO ASSUMIA...

PAÍS DE MARICAS VIRIS

QUE NO VIEGAS S'ASSUMEM 

NÃO FALTA NADA AO DIA

FALTA À RAIZ DO PAÍS AMÉN

POESIA JÁ O VIEGAS DIZIA

NÃO FALTAM CAÇADORES

NEM PATETAS PROSADORES

MAS NO PAÍS LÁ DIZIA A TAL RAIZ....

FALTA POESIA PARA A RAZZIA

PARA A MENTECAPTA VELHARIA

NO PAÍS INFELIZ POESIA FALTA

E É TUDO Ó MAÇÓNICA MALTA

QUE SE DÊ POESIA À ALTA

BURGUESIA